quarta-feira, 10 de junho de 2009

IGREJA PAROQUIAL DA PONTA DO PARGO
ARCIPRESTADO DA CALHETA
DIOCESE DO FUNCHAL
CATEQUESE




Dia Diocesano do Catequista
10 Junho - Dia do Catequista



Símbolo entregue aos Catequistas da Ponta do Pargo

Realizou-se hoje, dia 10 de Junho de 2009, na Paróquia de Santo Amaro, com a presença de D. António Carrilho, Bispo do Funchal, O Dia Diocesano do Catequista.


Participaram seis Catequistas da Paróquia no evento.


No final da celebração, um representante de cada paróquia presente foi convidado a apresentar-se junto do altar, para receber de D. António Carrilho um símbolo do encontro, oferecido pela paróquia local.



PROGRAMA:

No CEMA, Centro de Congressos e Exposições da Madeira, do lado oeste do Madeira Shopping:

09h30: Acolhimento
10h00: Oração
10h15: Tema”Viver e anunciar a Palavra”: Pe. Dr. Tóni Sousa
11h00: Interpelações
11h15: Café
11h45: Apresentações pelos Arciprestados de Machico e Santa Cruz, de Santana, banda Ictus

(Cada paróquia dos arciprestados de Machico e Santa Cruz e do de Santana foram convidadas à apresentação de teatro, canções, jograis, diaporamas em «powerpoints», filmes, etc.)


Nas instalações da paróquia de Santo Amaro


13h30: Almoço
14h30: Preparação para a celebração da Eucaristia
15h00: Missa


O encerramento deu-se pelas 17H40.
IGREJA PAROQUIAL DA PONTA DO PARGO
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DIOCESE DO FUNCHAL

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O QUE É O PENTECOSTES?



Era para os judeus uma festa de grande alegria, pois era a festa das colheitas. Acção de graças pela colheita do trigo. Vinha gente de toda a parte: judeus saudosos que voltavam a Jerusalém, trazendo também pagãos amigos e prosélitos. Eram oferecidas as primícias das colheitas no templo. Era também chamada festa das sete semanas por ser celebrada sete semanas depois da festa da páscoa, no qüinquagésimo dia. Daí o nome Pentecostes, que significa "quinquagésimo dia".



No primeiro pentecostes, depois da morte de Jesus, cinqüenta dias depois da páscoa, o Espírito Santo desceu sobre a comunidade cristã de Jerusalém na forma de línguas de fogo; todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas (At 2,1-4). As primícias da colheita aconteceram naquele dia, pois foram muitos os que se converteram e foram recolhidos para o Reino.
Quem é o Espírito Santo?




O prometido por Jesus: "...ordenou-lhes que não se afastassem de Jerusalém, mas que esperassem a realização da promessa do Pai a qual, disse Ele, ouvistes da minha boca: João batizou com água; vós, porém, sereis batizados com o Espírito Santo dentro de poucos dias" (At 1,4-5).
Espírito que procede do Pai e do Filho: "quando vier o Paráclito, que vos enviarei da parte do Pai, o Espírito da Verdade que vem do Pai, ele dará testemunho de mim e vós também dareis testemunho..." (Jo 15 26-27). O Espírito Santo é Deus com o Pai e com o Filho. Sua presença traz consigo o Filho e o Pai. Por Ele somos filhos no Filho e estamos em comunhão com o Pai.
Pentecostes é a coroação da Páscoa de Cristo. Nele, acontece a plenificação da Páscoa, pois a vinda do Espírito sobre os discípulos manifesta a riqueza da vida nova do Ressuscitado no coração, na vida e na missão dos discípulos
O Pentecostes é, portanto, a celebração da efusão do Espírito Santo. Os sinais externos, descritos no livro dos Actos dos Apóstolos, são uma confirmação da descida do Espírito: ruídos vindos do céu, vento forte e chamas de fogo. Para os cristãos, o Pentecostes marca o nascimento da Igreja e sua vocação para a missão universal.

sábado, 30 de maio de 2009

M.E.C.+M.
MOVIMENTO DOS ESTUDANTES CATÓLICOS MADEIRENSES
(Movimento diocesano da pastoral estudantil)
RES NON VERBA
Rua do Bispo, N.º 27, 1ª - Esq.
9000-073 FUNCHAL

NÚCLEO DA PONTA DO PARGO




PASSEIO A PÉ - Achada do Teixeira - Pico Ruivo



Fotos - Pico Ruivo - Miradouro




Hoje, dia 30 de Maio o M.E.C.M.(Movimento dos Estudantes Católicos Madeirenses) - NÚCLEO DA PONTA DO PARGO, realizou um passeio a pé desde a Achada do Teixeira até ao Pico Ruivo e vice-versa.

Nesta actividade participaram também filiados e pré-feliados do Movimento, dos núcleos da Fajã da Ovelha, Funchal e Santa Cruz.
O transporte foi assegurado pela Câmara Municipal da Calheta, à qual agradecemos o seu apoio.

O passeio teve como programa:

08H00 - Partida do adro da Igreja da Ponta do Pargo
10H30 - Acolhimento/apresentação dos elementos - Achada do Teixeira
10H40 - Oração da Manhã
10H45 - Início do passeio
11H40 - Chegada à Casa da Guarda - Pico Ruivo.
12H00 - Chegada ao cimo do Pico Ruivo
12H20 - Descida para a Casa da Guarda
- ALMOÇO / CONVÍVIO
13H30 - Regresso à Achada do Teixeira
14H20 - Chegada à Achada do Teixeira
- Jogos recreativos
- Interpretação de cânticos diversos
- Convívio com alguns turistas
- Hino do Movimento, interpretado por todos os elementos
15H40 - Regresso à Ponta do Pargo, passando por Santa Cruz - Fajã da Ovelha - Ponta do Pargo.
18H00 - Chegada à Ponta do Pargo
A Direcção do Movimento dos Estudantes Católicos Madeirenses, apela às crianças e jovens desta paróquia e do Amparo, a sua integração no Núcleo da Ponta do Pargo, Fundado em 11 de Agosto de 1991, visto ser um Movimento de estudantes católicos (apresentaremos o Historial brevemente).
O M.E.C.†M. é um movimento diocesano de estudantes que procura ser um espaço de reflexão, encontro e são convívio para a camada estudantil madeirense.


PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DO M.E.C.†M.


1º- Testemunhar Cristo;
2º- Fidelidade à Hierarquia;
3º- Cumprir e respeitar os Estatutos e normas.


CONDIÇÕES PARA INSCRIÇÃO


- Ser estudante;
- Ser católico;
- Aceitar os Princípios Fundamentais e normas do Movimento;
- Ter tempo para participar nas actividades.

domingo, 12 de abril de 2009

IGREJA PAROQUIAL DA PONTA DO PARGO
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A Igreja Católica

A Igreja Católica, chamada também de Igreja Católica romana e Igreja Católica Apostólica Romana, é uma Igreja cristã colocada sob a autoridade suprema do Papa, Bispo de Roma e sucessor do apóstolo Pedro, sendo considerada pelos católicos como o autêntico representante de Deus na Terra e por isso o verdadeiro Chefe da Igreja Universal (Igreja Cristã ou união de todos os cristãos). Seu objectivo é a conversão ao ensinamento e à pessoa de Jesus Cristo em vista do Reino de Deus. Para este fim, ela administra os sacramentos e prega o Evangelho de Jesus Cristo. Ela não pensa como uma Igreja entre outras mas como a Igreja estabelecida por Deus para salvar todos os homens. Esta ideia é visível logo no seu nome: o termo "católico" significa universal em grego. Ela elaborou sua doutrina ao longo dos concílios a partir da Bíblia, comentados pelos Pais e pelos doutores da Igreja.



Ela propõe uma vida espiritual e uma regra de vida aos seus fiéis inspirada no Evangelho e definidas de maneira precisa.



Regida pelo Código de Direito Canónico, ela se compõe, além da sua muita bem conhecida hierarquia ascendente que vai desde do simples diácono ao supremo Papa, de vários movimentos apostólicos, que comportam notadamente as ordens religiosas e os institutos seculares.



Desde o dia 19 de Abril de 2005, a Igreja Católica é liderada pelo Papa Bento XVI. Nesse mesmo ano, ela contava aproximadamente com 1115 milhões de membros (ou seja, mais de um sexto da população mundial), distribuídos principalmente na Europa e nas Américas mas também noutras regiões do mundo.


Sua influência na História do pensamento bem como sobre a História da arte é considerável, notadamente na Europa.




A Igreja está alicerçada sobre o Apóstolo Pedro, a quem Cristo prometeu o Primado, ao afirmar que "sobre esta pedra edificarei a minha Igreja" e que "dar-te-ei as chaves do Reino de Deus" (cf. Mt 16, 17-20)





A Igreja define-se pelas palavras do Credo Niceno-Constantinopolitano, como:

- «una» porque nela subsiste a única instituição verdadeiramente fundada e encabeçada por Cristo para reunir o povo de Deus, porque ela tem como alma o Espírito Santo, que une todos os fiéis na comunhão em Cristo e porque ela tem uma só fé, uma só vida sacramental, uma única sucessão apostólica, uma comum esperança e a mesma caridade.



- «santa» por causa da sua ligação única com Deus, o seu Autor, porque "o Espírito Santo vivificou-a com a caridade" e porque ela é a "Esposa de Cristo"; também porque ela, através dos sacramentos, tem por objectivo santificar, purificar e transformar os fiéis, reunindo-os todos para o seu caminho de santificação, cujo objectivo final é a salvação, que consiste na vida eterna, na realização final do Reino de Deus e na obtenção da santidade.



- «católica» porque a Igreja é universal e está espalhada por toda a Terra; é portadora da integralidade e totalidade do depósito da fé; "leva e administra a plenitude dos meios" necessários para a salvação" (incluindo os sete sacramentos), dados por Jesus à sua Igreja; "é enviada em missão a todos os povos, em todos os tempos e qualquer que seja a cultura a que eles pertençam"; e nela está presente Cristo.



- «apostólica» porque ela é fundamentada na doutrina dos Apóstolos cuja missão recebeu sem ruptura. Segundo a Doutrina Católica, todos os Bispos da Igreja são sucessores dos Apóstolos e o Papa, Chefe da Igreja, é o sucessor de São Pedro ("Príncipe dos Apóstolos"), que é a pedra na qual Cristo edificou a sua Igreja.



Além disso, a Igreja, de entre os seus inúmeros nomes, também é conhecida por:



- <<Corpo de Cristo>> porque os católicos acreditam que a Igreja não é apenas uma simples instituição, mas um corpo místico constituído por Jesus, que é a Cabeça, e pelos fiéis, que são membros deste corpo único, inquebrável e divino. Este nome é assente também na fé de que os fiéis são unidos intimamente a Cristo, por meio do Espírito Santo, sobretudo no sacramento da Eucaristia.



A Igreja Católica acredita que os cristãos não-católicos também pertencem, apesar de um modo imperfeito, ao Corpo Místico, visto que tornaram-se uma parte inseparável d'Ele através do Baptismo - constituindo assim numas das bases do ecumenismo actual. Ela defende também que muitos elementos de santificação e de verdade estão também presentes nas Igrejas e comunidades cristãs que não estão em plena comunhão com o Papa.



- <<Esposa de Cristo>> porque o próprio Cristo "Se definiu como o «Esposo» (Mc 2,19) que amou a Igreja, unindo-a a Si por uma Aliança eterna. Ele entregou-se a Si mesmo por ela, para a purificar com o Seu sangue, «para a tornar santa» (Ef 5,26) e fazer dela mãe fecunda de todos os filhos de Deus".



- <<Templo do Espírito Santo>> porque o Espírito Santo reside na Igreja, no Corpo Místico de Cristo, e estabelece entre os fiéis e Jesus Cristo uma comunhão íntima, tornando-os unidos num só Corpo. Para além disso, Ele guia, toma conta e "edifica a Igreja na caridade com a Palavra de Deus, os sacramentos, as virtudes e os carismas".



A Igreja Católica é constituída por 23 Igrejas autônomas sui juris, todas elas em comunhão completa e subordinadas ao Papa. Estas Igrejas, apesar de terem a mesma doutrina e fé, possuem uma tradição cultural, histórica, teológica e litúrgica diferentes e uma estrutura e organização territorial separadas. A Igreja Católica é muitas vezes confundida com a Igreja Católica Latina, uma das suas 23 Igrejas autónomas.
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Vigília pascal


A Vigília de Páscoa, também chamado de Vigília Pascal ou a Grande Vigília, é a celebração mais importante do calendário litúrgico cristão, por ser a primeira celebração oficial da Ressurreição de Jesus.
Historicamente, é durante essa celebração que as pessoas (especialmente adultos) são batizados e adultos catecúmenos são recebidos em plena comunhão com a Igreja. É realizada nas horas de escuridão entre pôr-do-sol no Sábado Santo e o amanhecer da Páscoa. É marcada pela primeira entoação desde o início da Quaresma do Glória e do Aleluia, uma característica litúrgica do Tempo Pascal. Do mesmo modo na Ortodoxia Oriental, a Divina Liturgia, que é celebrada durante a Vigília de Páscoa é a mais importante e elaborada do ano eclesiástico.

Na Igreja Católica Apostólica Romana

Na tradição católica romana, a Vigília Pascal consiste de quatro partes:
1) Breve Lucernário
2) Liturgia da Palavra ou Celebração da Palavra
3) Liturgia Batismal ou Celebração da Água
4) Liturgia Eucarística ou Celebração da Eucarístia

A vigília começa após o pôr-do-sol no Sábado Santo fora da igreja, onde o fogo ou fogueira é abençoada pelo celebrante.
Este novo fogo simboliza o esplendor do Cristo ressuscitado dissipando as trevas do pecado e da morte.
O Círio pascal ou (vela pascal) é abençoado com um rito muito antigo. Esta vela pascal será usado em toda o Tempo Pascal, permanecendo no santuário da igreja , e durante todo o ano em batismos, Crismas e funerais, lembrando a todos que Cristo é a "luz do mundo". Assim que a vela for acesa segue o antigo rito do Lucernário , em que a vela é carregada por um sacerdote ou diácono através da nave da igreja, em completa escuridão, parando três vezes e cantando a aclamação: "Lumen Christi" ou Luz de Cristo (em português), ao qual a assembleia responde "Deo Gratias"(Graças a Deus). A vela prossegue através da igreja, e os presentes portam velas que são acesas no Círio pascal . Como este gesto simbólico representa a "Luz de Cristo" se espalhando por todos, a escuridão é diminuída. Assim que a vela foi colocada num lugar dignamente preparado no santuário, ela é incensada pelo diácono, que entoa solenemente o canto Exulted, de tradição milenar. Ele é conhecido também como Proclamação da Páscoa, ou Pregão Pascal". Nele, a Igreja pede que as forças do céu exultem a vitória de Cristo sobre a morte, passando pela libertação do Egipto e até mesmo agradecendo a Adão pelo seu pecado "indispensável", pois as consequências de tal pecado foram o motivo da vinda de Cristo.
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A Via Sacra

As catorze estações da Via Sacra representam os episódios mais marcantes na Paixão e Morte de Cristo. Esta tradição tem origem franciscana e reproduz a "Via Dolorosa", ou seja, o percurso feito por Jesus desde o Tribunal de Pilatos até o Calvário (ou Gólgotha, 'lugar do crânio' em hebraico), em Jerusalém. Desde a sua criação, no século XV, a Via Sacra sofreu modificações ao longo do tempo, mas a sua forma final, catorze episódios, foi finalmente fixada pelos papas Clemente XII, em 1731, e Bento XIV, em 1742. É possível, entretanto, encontrar versões da Via Sacra com quinze estações (15ª Estação - A RESSURREIÇÃO).


1ª Estação



Jesus é condenado à morte.

Pilatos mandou vir água e lavou as mãos diante da multidão: "Estou inocente do sangue deste homem". A responsabilidade agora é do povo". Depois de mandar açoitar Jesus, entregou-o para ser crucificado."

2ª Estação




Jesus carrega a sua cruz.
Jesus recebe sobre seus ombros a cruz e se dirige ao Calvário ou Gólgotha ('lugar do crânio' em hebraico). A Cruz é um antigo instrumento de suplício, usado para executar os condenados à morte.



3ª Estação


Jesus cai pela primeira vez.
Jesus caminha cansado e abatido sob o peso da cruz. Seu corpo está coberto de sangue, suas forças esmorecem e ele cai. Com chicotes, os soldados que o escoltavam o forçam a se levantar.



4ª Estação

Jesus encontra Maria, sua mãe.


Mãe e filho se abraçam em meio à dor. Eles tudo partilharam até a cruz. Sua união era tão intimamente perfeita, que não tinham necessidade de falar, porque a única expressão residia nos seus corações.

5ª Estação


Jesus recebe ajuda de Simão para carregar a cruz.

Na verdade, Simão de Cireneu foi obrigado a carregar a cruz. Ele vinha passando, quando recebeu dos soldados a ordem de ajudar, Jesus tinha que permanecer vivo até a crucifixão.



6ª Estação


Verónica enxuga a face de Jesus.

Uma mulher que assistia à passagem de Jesus decide limpar a sua face tingida de sangue. O pano usado por Verônica teria ficado gravado com a imagem do rosto de Cristo.

7ª Estação





Jesus cai pela segunda vez.

Jesus sabia que iria enfrentar um cruel sofrimento. Seu espírito estava preparado, mas seu corpo estava cansado e abatido. Ele caminhava com dificuldade e mais uma vez tropeçou e caiu.



8ª Estação


Jesus fala às mulheres de Jerusalém.

Já próximo do Monte Calvário, Jesus esquece sua dor para abrir o coração e consolar as mulheres que, chorando, lamentavam o seu sofrimento.

9ª Estação



Jesus cai pela terceira vez.
Aproxima-se o fim da Via Crucis, com a última queda de Jesus, a terceira de três quedas. Jesus chega ao Calvário. Quiseram dar-lhe vinho misturado com fel, mas ele não quis beber.



10ª Estação

Jesus é despojado de suas vestes.

Os soldados tomaram as roupas e as sortearam entre eles, cumprindo assim, as profecias antigas que descreviam esse episódio.




11ª Estação


Jesus é pregado na cruz
Jesus é crucificado. Cravos de ferro rasgam sua carne, dilacerando suas mãos e pés. A cruz é erguida, e o Cristo fica suspenso entre o céu e a terra. Agora, ele está definitivamente pregado à cruz.

12ª Estação


Jesus morre na Cruz.
Com o Sol eclipsado, Jesus gritou do alto da cruz: 'Pai, nas Tuas mãos entrego o meu espírito. Agora, estou contigo'. Baixou a cabeça e morreu.

13ª Estação

Jesus é retirado da Cruz.
Depois de pedir autorização a Pilatos, José de Arimatéia e Nicodemos compraram um lençol de linho branco e tiras de pano, e retiraram o corpo de Jesus da cruz. Maria, sua mãe, o recebeu em seus braços.

14ª Estação

Jesus é sepultado

José de Arimatéia, Nicodemos e alguns apóstolos tomaram o corpo de Jesus, envolveram-no com um lençol de linho e o deitaram numa saliência na rocha em forma de cama. Então fecharam a entrada com uma grande pedra.

15ª Estação


A Ressurreição

No domingo, as mulheres que foram ao túmulo o encontraram vazio. Viram dois homens com vestes claras e brilhantes que lhes perguntaram: "Por que procuram entre os mortos, quem está vivo? Ele não está aqui, mas ressuscitou".
















A Via Sacra celebrada na Paróquia da Ponta do Pargo

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A Via Sacra celebrada na Paróquia da Ponta do Pargo




A VIA SACRA



A Via Sacra é uma oração que tem como objectivo meditar na paixão, morte e ressurreição de Cristo. É o reviver dos últimos momentos da sua vida na Terra.


Na passada Sexta-feira Santa, dia 10 de Abril de 2009, quinze crianças e adolescentes dos diversos “anos catequéticos” da Paróquia da Ponta do Pargo, com a colaboração dos catequistas dos 7º e 9º anos, celebraram a VIA SACRA, através da apresentação em PowerPoint, das 14 estações que nos ajudam a percorrer um caminho espiritual e a compreender melhor a pessoa de Jesus e o amor que teve por nós ao ponto de se deixar matar, sofrendo muito, para que todos nós aprendêssemos o que é verdadeiramente amar.



O objectivo desta iniciativa foi Rezar a Via Sacra, revivendo na mente e no coração, a grandeza do Amor de DEUS, que para Salvar e Redimir a humanidade de todas as gerações, entregou o seu Divino FILHO em holocausto, como Vítima Perfeita para lavar os pecados de todos nós!



O evento decorreu entre as 14h15 e as 14h45, onde estiveram presentes, algumas dezenas de paroquianos da comunidade local.
No encerramento da VIA SACRA, toda a assembleia foi convidada a participar nas orações, que de imediato colaboraram com as crianças e adolescentes da catequese.
Posteriormente, seguiu-se um momento de adoração e oração, a que deu lugar à Celebração da Paixão do Senhor.
A celebração da morte do Senhor consiste, resumidamente, na adoração de Cristo crucificado, precedida por uma liturgia da Palavra e seguida pela comunhão eucarística dos participantes.