domingo, 28 de junho de 2009

IGREJA PAROQUIAL DA PONTA DO PARGO
ARCIPRESTADO DA CALHETA
DIOCESE DO FUNCHAL


ANO JUBILAR PAULINO

Celebração Diocesana de Encerramento,
presidida por Dom António Carrilho, Bispo do Funchal
Paróquia de São Paulo - Ribeira Brava
28 de Junho de 2009
Eucaristia às 11H00


"AI DE MIM, SE NÃO EVANGELIZAR"
(1Cor 9,16)


Todos os caminhos foram dar a São Paulo



É a única paróquia da nossa diocese dedicada a São Paulo. Situada no Sítio do Lombo Furado, Ribeira Brava, foi criada nos anos sessenta do século passado (em 24 de Novembro de 1960), por Decreto de D. David de Sousa, e actualmente está sob a responsabilidade pastoral do padre João Manuel Sousa (dehoniano).Neste contexto, acolhe hoje a grande peregrinação diocesana de encerramento do Ano Paulino, presidida por D. António Carrilho.




Foram várias dezenas de autocarros, com partida das várias comunidades dos sete arciprestados da nossa diocese, que rumaram hoje até à paróquia de São Paulo (Ribeira Brava) para participarem no encerramento do Ano Paulino. Participação alguns milhares de fiéis nesta celebração que foi presidida pelo Bispo do Funchal, às 11 horas.


Dezenas de pessoas das comunidades da Ponta do Pargo e Amparo, participaram também nesta celebração, antecedida por uma caminhada entre nevoeiro e alguns chuviscos, que foi concluída no polidesportivo da escola básica local, recinto onde ocorreu a celebração.



No final, foi inaugurada por Dom António Carrilho uma estátua do “Apóstolo das gentes”, em mármore branco, construida em Fátima, e que ficará a perpetuar a vivência histórica dos dois mil anos de S. Paulo na Igreja Católica.



sábado, 13 de junho de 2009

M.E.C.+M.
MOVIMENTO DOS ESTUDANTES CATÓLICOS MADEIRENSES

(Movimento diocesano da pastoral estudantil)
RES NON VERBA
NÚCLEO DA PONTA DO APRGO


CORPO DE DEUS - FUNCHAL


No passado dia 11 de Junho de 2009 a Igreja celebrou a festa do Corpo de Cristo (Corpus Christi). Esta é uma data adoptada na Igreja Católica, para comemorar a presença real de Jesus Cristo no sacramento da Eucaristia, pela mudança da substância do pão e do vinho na de seu corpo e de seu sangue.
O M.E.C.+M - Núcleo da Ponta do Pargo participaou, juntamente com os outros núcleos do Movimento, nesta Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo, no Funchal a qual foi Presidida pelo Nosso Bispo D. António Carrilho. A Eucaristia teve início as 18H00, mas nós chegamos pelas 16H30, afim de coordenar todos os preparativos finais necessários.
Como já vem sido costume, cabe a este Movimento coordenar e colaborar na organização da
Eucaristia bem como da Procissão solene que se segue.




PROGRAMA


14H00 – Saída dos Núcleos (da Igreja da Ponta do Pargo para o Funchal)

14H15 – Fajã da Ovelha

15H30 – Chegada ao Funchal – Concentração na sede do Movimento (Rua do Bispo n.º 27)

16H30 – Preparação para a formatura

17H15 – Deslocação para o Largo do Colégio

18H00 - Celebração da Eucaristia Presidida Pelo Sr. Bispo D. António Carrilho

19H30 - Procissão desde o Largo do Colégio até a Igreja da Sé

21H00 - Hora estimada de Regresso a casa.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

IGREJA PAROQUIAL DA PONTA DO PARGO
ARCIPRESTADO DA CALHETA
DIOCESE DO FUNCHAL

CATEQUESE



S. António - 13 de Junho



Filiação - Martim Afonso de Bulhões e Maria Teresa Taveira
Nome de Baptismo - Fernando
Local de nascimento - Lisboa
O seu dia é comemorado em 13 de Junho.


- Existem centenas de santos em todo o mundo, mas apenas um nasceu em Lisboa: Santo António, no fim do século XII.


- Sabias que o seu verdadeiro nome era Fernando Bolhão (ou de Bulhões)? Dom Fernando Bolhão, uma vez que os seus pais eram ricos!


- Aos 20 anos decidiu esquecer a herança dos pais e dedicar-se à religião. Como sabes pertencer ao clero nessa época era uma grande honra. Eram tempos bem diferentes, não te esqueças.

- Porém fartou-se depressa das falsidades que via à sua volta e tornou-se padre franciscano, ou seja, toda a sua vida passou a ser dedicada aos mais pobres.

- Como sinal da sua dedicação à Igreja, mudou o nome de Fernando para Irmão António.


- Foi então que começou a viajar por todo o mundo, onde se tornou muito conhecido. Dedicou a sua vida toda aos outros, tal como mandavam os franciscanos!

- Também ficou muito conhecido pelas aulas que dava nas Universidades mais conhecidas da Europa.


- Sabias que também é conhecida como Santo António de Pádua porque foi lá que viveu os seus últimos anos e morreu, em 1231?


- E sabias que foi declarado santo (canonizado) logo no ano seguinte?


- Sabes por que é que o dia de Santo António de Lisboa se comemora dia 13 de Junho? Claro, porque é o dia em que ele morreu!

- O mais interessante são as festas populares que estão ligadas a ele. É que ao contrário do que se pensa, Santo António não era namoradeiro nem brincalhão!

- Este santo popular é conhecido como o "santo casamenteiro". Mas porquê?

Não se lhe conhece nenhuma mulher e nos seus milagres não consta que tenham a ver com casamentos.

- Mais uma vez houve uma mistura entre as festas pagãs e o Cristianismo. É que este Santo é comemorado no início do Verão, numa época relacionada com a fecundidade, quando nascem novos frutos, novos cereais e as pessoas se casavam.

- Mas Santo António não é só casamenteiro. É evocado como o santo que ressuscita os mortos, que cura as enfermidades, que assegura e multiplica as provisões, que ajuda os marinheiros, que vela pela felicidade do matrimónio, que encontra as coisas perdidas e que fala com o Menino Jesus.


- Ufa! É muita coisa até para um Santo!!!

- Em Lisboa festeja-se o Santo António desde o século XVI. Havia danças, cortejos e procissões. Todos os bairros da cidade participavam nas festas e tentavam ser os mais vistosos.

- É assim que nascem as marchas populares e os acontecimentos que ainda hoje existem!

- Sabias que as "Noivas de Santo António" só apareceram em 1950?

Tudo começou com o jornal "Diário Popular" que ajudava os mais pobres a fazer uma festa de casamento no dia do santo.

- Ofereciam o enxoval e os equipamentos domésticos através de vários comerciantes que ganhavam com a publicidade. E assim nasceu mais uma tradição!

- Nas noites de Santo António acaba o silêncio na cidade de Lisboa e onde for a festa deste santo: há sardinhas assadas, música, manjericos, pão quente, vinho e festa até de manhãzinha!

Elaborado por: Jaime Andrade

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Festas religiosas populares



Estamos em plena época das festas dos «santos populares», S. António, S. João e S. Pedro, e início de outras festas religiosas também chamadas populares. Essas festas movimentam multidões, são frequentemente um quebra- -cabeças para os párocos e tema de notícia nos meios de comunicação social do Verão. Vale a pena reflectir nesse tema.

Há um primeiro equívoco que é necessário desmontar desde já, o de falar de «religião popular», como se uma religião nascesse de movimentos populares e desejo de convívio. «A história das religiões ensina que a base de qualquer religião, como a base de qualquer cultura, é por definição de origem sábia e não popular». A designação de populares, aplicada aqui a certas manifestações religiosas, deriva do propalado afecto do povo por essas festas tradicionais, mas esse sentimento é complexo.

Por vezes, nem as pessoas sabem discernir claramente donde lhes vem «aquela paixão pela festa»: se é um verdadeiro amor ao santo, se é antes o sentimento bairrista e desejo de congregar ali os amigos e emigrantes, se é o desejo de organizar um convívio mundano onde cabem certas liberdades, ou se essa paixão por aquele local inclui o prolongamento de uma festa pagã. É que no local onde hoje se encontra a capela do santo pode ter estado outrora um ídolo, uma fonte, um penedo, ligados ao culto da natureza ou ao calendário do ciclo agrário, e que os posteriores nomes dos santos e datas cristãs não conseguiram abafar. É o caso do S. João, colocado no solstício do Verão, como o Natal foi posto no solstício do Inverno: tanto as fogueiras do Verão como o braseiro do Natal são restos das antigas festas pagãs do sol integrados nas festas cristãs. Algo semelhante se pode dizer das festas de Todos os Santos e dos Fiéis Defuntos de 2 de Novembro que, em alguns países, cristianizaram a Samain celta ou convívio dos vivos com os mortos que se celebrava ao chegarem as sombras do Outono.

E há casos de procissões cristãs sobrepostas a outras pagãs do calendário romano, como «as ladainhas de S.Marcos» que se rezavam no dia 25 de Abril para encobrir as «rubigália» ou preces que os antigos romanos dirigiam a Ceres, deusa romana da agricultura, contra as larvas que atacam as primeiras culturas da Primavera.

Numa palavra, a organização do calendário cristão teve um duplo objectivo: celebrar os factos da história da salvação e os heróis cristãos que são os santos, e, ao mesmo tempo, fazer a evangelização do espaço e do calendário, expulsando os ritos pagãos. Em alguns casos, as festas cristãs criaram uma festa de origem, mas noutros casos tiveram também uma função purificadora.


Actualmente, para encontrar originalidades locais que possam atrair os turistas e fazer frente à monotonia da globalização, as associações locais, as escolas e, por vezes, as autarquias, ressuscitam restos de festas pagãs e incluem--nas no programa das festas cristãs, misturando nas festas cristãs as curiosidades arcaicas do paganismo ou vanguardismos comerciais.

Os pastores das comunidades eclesiais e os próprios membros das comissões das festas devem estar devidamente informados da origem das festas e atentos à ambiguidade do sentimento religioso e cultural das mesmas para não serem surpreendidos pela agitação de grupos da última hora e, pior, agentes da confusão. Contudo, não é prudente extinguir sem mais as referidas festas religiosas apesar dos seus riscos, pois elas aproximam o povo, alimentam o espírito de comunidade e podem ser veículo de evangelização.


A norma da Igreja é que a piedade cristã se alimente na fonte da liturgia que celebra os grandes acontecimentos históricos da salvação, e que as festas religiosas populares sejam iluminadas por aquelas festas litúrgicas de cada tempo, essas, sim, dignas de todo o empenho pastoral e verdadeiras fontes de água pura.
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ARCIPRESTADO DA CALHETA
DIOCESE DO FUNCHAL

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O Mês de Junho é marcado pelas festas tradicionais




O Mês de Junho é marcado pelas festas tradicionais, onde pipocas, comidas, balões e danças, recordam três grandes santos da Igreja. Pena que muita gente só fica na pipoca e nos balões e se esquece de perguntar quem foram e o que fizeram Pedro, Antonio e João?


Estes homens foram e são os baluartes da pregação do Evangelho no início do cristianismo. Foram homens tocados pela graça de Deus e pela presença de Jesus Cristo em suas vidas. Pedro dispensa de apresentações, todos sabem de sua decisão em seguir Jesus Cristo e que, de homem humilde e pescador, tornou-se o primeiro Papa da Igreja."Tu és Pedro e sobre ti edificarei minha Igreja".


Pedro foi discípulo, amigo, companheiro e fiel pregador das palavras de seu Mestre. Foi muitas vezes repreendido por Jesus pelo seu jeito impulsivo e radical.


Foi a "pedra" que precisou ser lapidada, para valer aos olhos de Deus. Valeu a pena, tornou-se grande, tornou-se homem, tornou-se amigo de Jesus.


João é o Batista, também dispensa apresentações. Basta lembrar que foi para ele o elogio feito por Jesus "de todos os homens nascidos, nenhum é maior que João Baptista", pode-se imaginar o que significa um elogio como este vindo de Jesus Cristo?


João foi precursor, anunciador, profeta e homem de transição. Totalmente aberto ao NOVO que se aproximava de sua vida. E, Jesus era este NOVO; João, morreu como mártir, abandonado nas mãos do Pai, assim como seu mestre. Ele será sempre lembrado como aquele que estremeceu no ventre de sua mquando Maria, com Jesus no seu seio, se aproximou de sua mãe Isabel. Foi um grande Homem.


Antonio, não foi discípulo ocular de Jesus, viveu muito tempo depois, mas de uma vida tão exemplar e tão digna, que ate hoje, no mundo todo ele é venerado e admirado.


Foi grande discípulo de São Francisco, talvez o maior... Foi padre, pregador do Evangelho e de modo extraordinário grande missionário franciscano. Seus sermões tornaram-se verdadeiras obras de Teologia, fonte inesgotável de meditação para a Igreja toda. Antonio não perdia tempo para anunciar Jesus Cristo, sua grande paixão. Por isso Deus conservou até hoje, sua língua intacta, que pode ser visitada pelos milhões de fieis que vão até Pádua, para visitar sua Igreja. Grande António, homem de Deus, amigo de Jesus...


São estes os grandes homens que celebramos nas nossas festas juninas. Pena que muitos fiquem sómente nas pipocas e nos balões...

Pena que muitos nem se lembrem destes grandes homens e muito menos os imitem. As pipocas se acabam e os balões se queimam, mas os exemplos de Pedro, António e João nunca deixarão de invadir a vida da Igreja de Cristo.

M.E.C.+M.
MOVIMENTO DOS ESTUDANTES CATÓLICOS MADEIRENSES
(Movimento diocesano da pastoral estudantil)
RES NON VERBA
Núcleo da PONTA DO PARGO




SOLENIDADE DO CORPO DE DEUS
DIA 11 de Junho de 2009




CELEBRAÇÃO EUCARÍSTICA,
ÀS 18 HORAS,

PRAÇA DO COLÉGIO
SEGUIDA DE PROCISSÃO





Caros Pais / Encarregados de Educação

No próximo dia 11 de Junho a Igreja celebra a festa do Corpo de Cristo (Corpus Christi). Esta é uma data adoptada na Igreja Católica, para comemorar a presença real de Jesus Cristo no sacramento da Eucaristia, pela mudança da substância do pão e do vinho na de seu corpo e de seu sangue.

O M.E.C.+M irá participar, nesta Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo, no Funchal a qual será Presidida pelo nosso Bispo D. António Carrilho.
A Eucaristia terá início as 18H00, mas contamos poder estar lá cerca de 1H00 (uma hora) antes afim de coordenar todos os preparativos finais necessários.

Como já vem sido costume, cabe a este Movimento coordenar e colaborar na organização da Eucaristia bem como da Procissão solene que se segue.

Esta é uma das actividades de caracter obrigatório em que todos os elementos do M.E.C.+M. devem parti cipar. A não participação só é aceitável por razões de força maior e devidamente justificadas por escrito.

Assim a presença do seu Filho(a) é importante para que todos possamos dar mais vida
e brilho a esta Festa.


Sem outro assunto de Momento





PROGRAMA do MEC+M


14H00 – Saída dos Núcleos (da Igreja da Ponta do Pargo para o Funchal)

14H15 – Fajã da Ovelha (Núcleo)
14H20 - Estreito da Calheta (Núcleo)

15H30 – Chegada ao Funchal – Concentração na sede do Movimento (Rua do Bispo n.º 27)

16H30 – Preparação para a formatura (Informações)

17H15 – Deslocação para o Largo do Colégio

18H00 - Celebração da Eucaristia Presidida Pelo Sr. Bispo D. António Carrilho

19H30 - Procissão desde o Largo do Colégio até a Igreja da Sé

21H00 - Hora estimada de Regresso a casa.



ORDEM DA PROCISSÃO

Escuteiros
Movimentos laicais (MEC+M)
Religiosas
Cruz Processional
Crianças vestidas de branco
Irmãos com as Insígnias do Espírito Santo e Saloias
Irmãos do Santíssimo Sacramento
Acólitos e Seminaristas com túnicas
Clero
Pálio com o Santíssimo Sacramento
Autoridades
Escuteiros
Restante Povo de Deus


ITINERÁRIO DA PROCISSÃO

Largo do Município – Rua Câmara Pestana – Avenida Zarco - Avenida Arriaga (faixa norte) – Rotunda do Infante (contornando-a pela esquerda) - Rua Cónego Jerónimo Dias Leite - Avenida das Comunidades Madeirenses ou Av. Do Mar (faixa norte, até ao Palácio de São Lourenço) - Avenida Zarco (até à estátua de Zarco) – Avenida Arriaga (sobre o passeio sul) - Adro da Catedral.
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Dia Diocesano do Catequista
10 Junho - Dia do Catequista



Símbolo entregue aos Catequistas da Ponta do Pargo

Realizou-se hoje, dia 10 de Junho de 2009, na Paróquia de Santo Amaro, com a presença de D. António Carrilho, Bispo do Funchal, O Dia Diocesano do Catequista.


Participaram seis Catequistas da Paróquia no evento.


No final da celebração, um representante de cada paróquia presente foi convidado a apresentar-se junto do altar, para receber de D. António Carrilho um símbolo do encontro, oferecido pela paróquia local.



PROGRAMA:

No CEMA, Centro de Congressos e Exposições da Madeira, do lado oeste do Madeira Shopping:

09h30: Acolhimento
10h00: Oração
10h15: Tema”Viver e anunciar a Palavra”: Pe. Dr. Tóni Sousa
11h00: Interpelações
11h15: Café
11h45: Apresentações pelos Arciprestados de Machico e Santa Cruz, de Santana, banda Ictus

(Cada paróquia dos arciprestados de Machico e Santa Cruz e do de Santana foram convidadas à apresentação de teatro, canções, jograis, diaporamas em «powerpoints», filmes, etc.)


Nas instalações da paróquia de Santo Amaro


13h30: Almoço
14h30: Preparação para a celebração da Eucaristia
15h00: Missa


O encerramento deu-se pelas 17H40.
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O QUE É O PENTECOSTES?



Era para os judeus uma festa de grande alegria, pois era a festa das colheitas. Acção de graças pela colheita do trigo. Vinha gente de toda a parte: judeus saudosos que voltavam a Jerusalém, trazendo também pagãos amigos e prosélitos. Eram oferecidas as primícias das colheitas no templo. Era também chamada festa das sete semanas por ser celebrada sete semanas depois da festa da páscoa, no qüinquagésimo dia. Daí o nome Pentecostes, que significa "quinquagésimo dia".



No primeiro pentecostes, depois da morte de Jesus, cinqüenta dias depois da páscoa, o Espírito Santo desceu sobre a comunidade cristã de Jerusalém na forma de línguas de fogo; todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas (At 2,1-4). As primícias da colheita aconteceram naquele dia, pois foram muitos os que se converteram e foram recolhidos para o Reino.
Quem é o Espírito Santo?




O prometido por Jesus: "...ordenou-lhes que não se afastassem de Jerusalém, mas que esperassem a realização da promessa do Pai a qual, disse Ele, ouvistes da minha boca: João batizou com água; vós, porém, sereis batizados com o Espírito Santo dentro de poucos dias" (At 1,4-5).
Espírito que procede do Pai e do Filho: "quando vier o Paráclito, que vos enviarei da parte do Pai, o Espírito da Verdade que vem do Pai, ele dará testemunho de mim e vós também dareis testemunho..." (Jo 15 26-27). O Espírito Santo é Deus com o Pai e com o Filho. Sua presença traz consigo o Filho e o Pai. Por Ele somos filhos no Filho e estamos em comunhão com o Pai.
Pentecostes é a coroação da Páscoa de Cristo. Nele, acontece a plenificação da Páscoa, pois a vinda do Espírito sobre os discípulos manifesta a riqueza da vida nova do Ressuscitado no coração, na vida e na missão dos discípulos
O Pentecostes é, portanto, a celebração da efusão do Espírito Santo. Os sinais externos, descritos no livro dos Actos dos Apóstolos, são uma confirmação da descida do Espírito: ruídos vindos do céu, vento forte e chamas de fogo. Para os cristãos, o Pentecostes marca o nascimento da Igreja e sua vocação para a missão universal.